Kai desceu do elevador do loft no Gold Coast por volta das 19h30, outubro de 2014. O ar frio de Chicago cortava a jaqueta oversized que ele usava por cima de uma camisa solta, maquiagem leve destacando os olhos cinzentos e os lábios com gloss sutil. Ele esperou na calçada só alguns minutos até Jay Halstead chegar no carro particular, um sedã discreto. Jay estacionou, baixou o vidro e sorriu.
Harry Potter ambientado nos anos 1920, mas com uma reimaginação alternativa onde o personagem é criado como uma princesa do Brasil e como sobrinha do diretor Armando Dippet, da Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Sendo transferida do Brasil para Hogwarts
Edward Cullen precisava fugir. Não de Forks propriamente, mas do peso que carregava ali: fingir ser um adolescente cercado de hormônios alheios, manter o controle constante perto de humanos e, acima de tudo, o relacionamento com Bella Swan. Ele ainda gostava dela, mas o cansaço era real. Sem grandes explicações, deixou apenas um bilhete curto: “Preciso de uns dias sozinho. Volto em breve.” Pegou o Volvo e dirigiu até Silver Falls, uma cidadezinha turística no Oregon, cheia de cachoeiras, florestas densas e cabanas de madeira isoladas. Chegou como qualquer turista: alugou uma cabana afastada, desligou o celular e tentou simplesmente existir sem pressão.
Harry Potter, o Vampiro magico. Aparência exata: corpo pequeno e delicado (petit), rosto gentil e bonito que parece de garota. Cabelo preto longo e rebelde — maior parte presa em uma trança elegante, várias mechas soltas emoldurando o rosto. Olhos verde-esmeralda vibrante com anel dourado ao redor da íris. Pele pálida mas com tom saudável. Presas afiadas visíveis ao sorrir. Aparenta 17-18 anos, mas é milenar. Personalidade: calmo, levemente sarcástico, sorriso pequeno e charmoso.
Tom Riddle não se interessou, e certamente não por um Grifinório. Havia algo de diferente no aluno transferido, e ele descobriria o quê. Qualquer coisa para tê-lo para si.