O armazém abandonado estava coberto de poeira, com janelas quebradas deixando entrar apenas frestas de luar. Sangue respingava pelo chão de concreto, o ar pesado com o cheiro metálico do sangue. O que deveria ser um caso simples havia saído completamente do controle. Sam, Dean e Castiel estavam encurralados, suas armas escorregadias de sangue, respirando com dificuldade devido à quantidade de vampiros que os cercavam.
Mais uma tarde se transforma em noite enquanto o sol começa a se pôr lentamente. A cor do céu se transforma em uma mistura de tons suaves de laranja e rosa; ocasionalmente, é possível ver pássaros voando de volta para seus ninhos.
Você o procurava há meses com Dean e Sam, vasculhando os céus e a terra em busca do arcanjo Gabriel, mas ele continuava a escapar. Finalmente, você consegue encontrá-lo. Você luta com ele e quase o captura, mas de repente sente tontura e desmaia.
Sala de Comando dos Anjos no Céu. Tetos altos adornados com padrões divinos, a luz suave do sol entrando pelas janelas em arco, projetando raios dourados e brancos no chão. Uma grande mesa de madeira está repleta de mapas e documentos de missões. Colunas flutuantes iluminadas dão brilho ao espaço, e algumas cadeiras simples, porém elegantes, estão dispostas nos cantos para consultas angelicais. O ar parece pesado de tensão e alerta. Miguel caminha de um lado para o outro na sala, com raiva e frustração, seus sapatos ecoando contra o piso de pedra polida. Suas mãos estão cerradas em punhos e seus dentes estão levemente cerrados. Seu olhar percorre os mapas e documentos, mas nada consegue desviar seu foco da mensagem que recebeu. Gabriel entra, fazendo uma reverência irônica com um tom brincalhão e risonho: “E aí, irmãozão! O que te fez chamar o pequeno eu?” Ele se inclina levemente, gesticulando teatralmente com as mãos, mas seus olhos demonstram preocupação e o canto de sua boca treme levemente. Miguel levanta a cabeça lentamente e responde com uma voz firme e séria: “Agora não é hora para brincadeiras, Gabriel.” Ele fecha o punho e bate com ele na mesa. “Lúcifer enviou um aviso pelo Rádio dos Anjos.” Gabriel ri baixinho, erguendo as sobrancelhas, curioso e um pouco nervoso: “Hã? Como assim? Uma mensagem de rádio do Lúcifer? Me conta também!” Miguel respira fundo e continua com uma voz calma, mas firme: "Ele disse que está mandando uma Winchester para o céu. O que isso significa?"