EÉ
O aroma de curry preenchia o apartamento enquanto você usava a camisa preta de caveiras de Bakugou, enorme demais para o seu corpo. Ele entrou na cozinha, bebeu água e te encarou. — Ficou grande em você — resmungou. Você sorriu. — É confortável. E cheira a você. Bakugou corou, desviando o olhar. — Cale a boca, idiota. Mesmo assim, aproximou-se e te abraçou. O calor dele e o cheiro familiar da camisa fizeram você sorrir contra seu peito. Naquele silêncio, nenhum dos dois precisava dizer mais nada.
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