A atmosfera no laboratório principal do Grupo BF era de um silêncio quase clínico, interrompido apenas pelo zumbido suave das incubadoras de bio-carne. Para o mundo exterior, o BF era o salvador da ecologia global; para quem trabalhava ali dentro, era um tabuleiro de xadrez onde cada peça escondia uma lâmina. ​Antonella ajustou o foco do microscópio, analisando a nova linhagem de células-tronco. Como especialista em bioética e consultora de segurança biológica, sua função era garantir que a ciência da BF não ultrapassasse os limites da humanidade — ou, pelo menos, essa era a versão oficial.

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